sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Uma correria danada...


Aí vai mais uma fotinho do final de semana na minha cidade... Isso aqui é um paraíso mesmo!
Bom a correria tá grande, não consegui postar nada dois dias... agora são 07:10 da manhã vou postar agora porque depois fica bem pior o dia... ainda tem aula hoje e amanhã prov@!
Já não sei o que fazer primeiro, mas vamos lá... respirar fundo e tocar o barco... ou melhor navio...hahahha!
Mais um textinho... que achei o maior barato!
PEÇA AJUDA !
Quem não sabe pedir ajuda, dança.
Quem só vive de ajuda, cansa !
Muitas pessoas amargam infelicidades e infortúnios por não terem o bom senso e a justa humildade de pedir ajuda. Como bezouros batendo contra as vidraças guardam suas angustias, não abrem suas preocupações, não sabem pedir ajuda. Ao ficarem embutidas dentro de si mesmas como conchas fechadas, como ostras socadas nas rochas, são como pedras que rolam. A pele engrossa, os calos enrijecem e mais fechadas ainda ficam, até o dia em que a ruptura é final e fatal. Implodem emocional e espiritualmente. Antes disso se aniquilam materialmente, cultivam doenças e promovem a dor por onde passam. A dor surda do silèncio. O grito calado escondido atrás da porta. Porta da própria vida.
Ninguém supera nada sozinho. Ninguém progride sozinho. Ninguém resolve nenhum problema só. Precisamos de ajuda. Saber pedir ajuda é nobre, digno e demonstrativo do abandono dos falsos orgulhos, das superfícies frágeis do ego que tanto lutamos para manter belo na aparência.
Quem, ao contrário só vive de ajuda, suga a seiva da vida que o cerca, parasita as energias da natureza, se transforma num dependente da eternidade, sempre presente, sem tempo de passado ou futuro. Dependente é, e sempre será. Só viver de ajuda, uma doença tenebrosa, pois significa cegar para a vida, representa negar sua missão, seu sentido e seu significado.
Só viver de ajuda é um vício que pode nascer cedo e se desenvolver com altas doses de sofisticação. As dependências infinitas da casa dos pais, o cordão umbilical ao dinheiro e bens materiais de provedores externos, o consumo de energias espirituais de amigos, conhecidos, parentes. O crime. A esperança depositada nos milagres , a incapacidade de assumir a própria vida e a condução do seu destino. Mais grave ainda é essa epidemia do só saber viver de ajuda quando utilizamos inocentes para esse serviço, envolvemos outros seres humanos. Triste é o nascimento de filhos que já vem encomendados por pais irresponsáveis , ou são até adotados, para virarem instrumentos de manipulações parasitárias. O maior medo do mundo não é o da morte, é o da vida.
Por outro lado, saber pedir ajuda é um direito sagrado da humanidade. Quando um filho seu está perdido, quando uma filha sua diagnostica uma doença com risco de vida, quando um ser amado sofre um grave acidente, o que fazemos ? Corremos à procura de ajuda. Buscamos de tudo e pedimos á todos. Minha mãe fez todas as promessas que podia ter feito, procurou todos os lugares que podia procurar, passou por todos os templos, igrejas e centros espíritas que podia ir, falou e pediu para qualquer um e para todos, para lutar pela minha vida e recuperação. A fé , o pé na estrada, e a eliminação da vergonha de pedir ajuda para mim, me fez e me deu vida - e a possibilidade de agradecer pela imensa ajuda recebida.
Vejo e assisto muita gente, com dramas imensos, grandes lutadores interiores, porém como são problemas que estão conectados à sua auto-estima, à preconceitos sociais, situações que poderiam “ envergonhar “ a moral e a imagem de si mesmos ou da família, sofrem sós. Empresários que não pedem ajuda na hora certa e levam seus negócios á falência. Pessoas que não clamam, e nem chamam por amor e terminam suicidas das próprias vidas. Pais e mães que escondem realidades dos filhos para poupar uma vergonha social, e que ao fim, alimentam ainda mais a dimensão dos seus males.
Não podemos gritar para o mundo por qualquer dor, ou percepção de dor. Quem só vive de ajuda, cansa. Ninguém agüenta. É vicio. É modelo de vida, é a legítima pobreza.
Mas, quem não sabe pedir ajuda, dança. Dança só num baile de deprimidos cujo fim nunca é solitário, pois termina carregando para as vagas da infelicidade todos que o cercam.
Os afogados são os menos capazes para se ajudarem, costumam levar junto para o fundo do mar os que tentam salva´los.
Os salva-vidas, por outro lado, precisam de instrução e capacitação para o risco do salvamento.
Grite, chame, peça ajuda. É justo, quando vidas estão em jogo.
Existe sempre um anjo salva-vidas de plantão, espalhado a cada esquina do planeta. Peça ajuda, ele aparece se a sua causa for justa.
Jose Luiz TejonAutor de O vôo do cisne e O Beijo na Realidade

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Meu aniver......

" Ei dor eu não te escuto mais... vc não me lava nada... ei medo ... eu não te escuto mais... vc não me leva a nada... e se quiser saber pra onde eu vou.. pra onde tenha sol ... é pra lá que eu vou!!!"
Hoje é meu aniversário... eba...!!!!
Comecei o dia com muito sol na praia, meu dia hoje é um dia lindo e gostaria de dizer que sou a pessoa mais feliz do mundo´...
Agradeço a Jesus, pela saúde da minha filha, pela companhia, carinho e atenção do meu marido, pela saúde da minha mãe e de todos aqueles que me cercam com tanto carinho e atenção... muito obrigado meus amigos...
Jesus nos abençoe a todos!

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Final da Festa...deu tudo certo!!


Terminou tudo bem na festa que organizamos para o encerramento do ano da Casa de Jesus. Show de bola... o índice de aprovação de 99.9% de todos os 200 e poucos presentes...
Eu como sou crua no assunto de organizar festa pra um montão de gente... me considero satisfeita com o resultado!
Obrigado pela colaboração de todos os amigos, por aqueles que assumiram a venda das bebidas, a organização das mesas e a decoração!
Muito 10... não paro de atender o telefone ouvindo elogios... Obrigadão!
E para não perder o costume de de colar pensamento e frases aí vai mais uminha:
“Nunca se esqueça que apenas os peixes mortos nadam a favor da corrente.” (Malcolm Muggeridge)

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Bambu da China...

Hoje estou postando uma mensagem que li ontem e achei "Fantástica"!!!! por isso divido com vcs... tirem o melhor proveito possível... eu adorei!
Bjs
Ane
Depois de plantada a semente deste incrível arbusto – o bambu chinês -, não se vê nada, absolutamente nada, por 4 anos, exceto o lento desabrochar de um diminuto broto a partir do bulbo.
Durante 4 anos todo o crescimento é subterrâneo, numa maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra.
Mas então, no quinto ano, o bambu chinês cresce vigorosamente, até atingir 24 metros.
Stephen Covey escreveu:
Muitas coisas na vida (pessoal e profissional) são iguais ao bambu chinês.
Você trabalha, investe tempo e esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e às vezes não se vê nada por semanas, meses ou mesmo anos. Mas, se tiver paciência para continuar trabalhando e nutrindo, o “quinto ano” chegará e o crescimento e a mudança que se processam o deixarão espantado.
O bambu chinês mostra que não podemos desistir fácil das coisas... Em nossos trabalhos, especialmente projetos que envolvem mudanças de comportamento, cultura e sensibilização para novas ações, devemos nos lembrar do bambu chinês para não desistirmos fácil frente às dificuldades que surgem e que são muitas...

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Livres como gaivotas...

Adorei os comentários das crianças... elas como sempre vêem sempre o lado bom e divertido da vida... já nós adultos somos mais práticos e antecipamos nossas preocpações... hehehe
por isso ainda não decidi, mas já sei que pra ter um gatinho, não vai poder ser lá onde eu moro, pois é muito pequeno e o gato com certeza ia viver fugindo mesmo... e tem mais... depois do episódio do cachorro temos receio de que o vírus que atacou o cachorro possa ser nocivo ao gato também.
Equanto isso... ficamos com os animaizinhos da natureza... vcs já observaram as gaivotas que perambulam pela praia de Balneário??? São lindas.. dá vontade de passar a mão nas penas... parecem tão fofinhas!
E são tão livres!
Dá até uma invejinha de tanta beleza e liberdade... gostamos muito de sentar na praia.. lá na bara sul e ficar observando as gaivotas... é uma das maravilhas que se tem por aqui.
aí vai uma dica pra hoje! Bom dia...
Sono
Pesquisa recente publicada nos Estados Unidos, conclui que a jornada de trabalho tem impacto nas horas de sono: quanto mais a pessoa trabalha, menos consegue dormir.
A frase popular “Nada como uma noite bem dormida!” muitas vezes não sai das expectativas de muitos executivos. A falta de sono afeta o humor, a concentração, a memória e pode até prejudicar a cognição e o julgamento da realidade.
A sensação de conforto, durante o sono, é fundamental para a sua qualidade. Então, a pessoa precisa dormir num colchão que seja macio, mas que suporte o corpo de forma aproximadamente homogênea. A pontualidade também é importante porque nosso relógio orgânico precisa de parâmetros mais ou menos definidos. A pessoa pode criar uma rotina antes da ida para a cama, como tomar um banho quente e relaxante.
O importante é repetir sempre os mesmos hábitos, que funcionam como uma mensagem para o centro indutor do sono. Assim como dormir bem, procure associar o ato de acordar ao prazer. Bom trabalho.
(retirado de edição deste mês da Revista Vencer! - nas bancas!)

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Adota-se um gato...


Eu e meu marido estamos considerando a idéia de adotar um gatinho... tenho um pouco de medo por que sempre tive rinite alérgica, mas... estou disposta a fazer um teste, pois tantas coisas que eu tinha já deixei de ter... e a minha rinite nunca esteve tão controlada como agora.
Então considerando as causas emocionais que já venci... é hora de fazer um teste físico... veremos... são suposições, mas ainda tenho medo de ter crises de rinite e ter que me desfazer do bichinho, o que não seria legal.
Enquanto isso ficamos plasmando a idéia e deixando como que tá pra ver como é que fica...
Compaixão:
A face esquecida da compaixão tem base puramente espiritual e ultrapassa todos os limites e preconceitos criados pelo mundo. A compaixão navega pelas barreiras do status econômico e social, cria ponte entre as pessoas e, naturalmente, nos lembra que somos, todos, parte do mesmo mundo e temos o mesmo criador. Este aspecto da compaixão tem mais a ver com compartilhar amor e perdão do que com o doar. É a lembrança de que todos nós, ricos ou pobres, ganhadores ou perdedores, precisamos de perdão.(por Brahma Kumaris)

segunda-feira, 19 de novembro de 2007


Águia ou galinha? (Parábola citada em livro de Leonardo Boff)

Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas. Embora a águia fosse o rei/rainha de todos os pássaros.

Depois de cinco anos, este homem recebeu a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista:
– Este pássaro aí não é uma galinha. É uma águia.
– De fato – disse o camponês. É águia. Mas eu a criei como galinha. Ela não é mais uma águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extensão.
– Não – retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.
– Não, não – insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.

Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse:
– Já que de fato você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe!
A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.

O camponês comentou:
– Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!
– Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.

No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurou-lhe:– Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!
Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi para junto delas.

O camponês sorriu e voltou à carga:
– Eu lhe havia dito, ela virou galinha!
– Não – respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.

No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram-na para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas.
O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:
– Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra as suas asas e voe!
A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte.

Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico kau-kau das águias e ergueu-se soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez para mais alto. Voou... voou... até confundir-se com o azul do firmamento...”

Esta parábola evoca dimensões profundas do espírito, indispensáveis para o processo de realização humana: o sentimento de auto-estima, a capacidade de dar a volta por cima das dificuldades quase insuperáveis.

Cada pessoa tem dentro de si uma águia. Ela quer nascer. Sente o chamado das alturas. Busca o sol.

As pessoas que alçam vôo sublime são as que se recusam a deitar-se, a suspirar e desejar que as coisas mudem! Tais pessoas não reclamam sua sorte e tampouco sonham, passivamente, com algum navio longínquo que vai chegando. Em vez disso, visualizam em suas mentes que não são desistentes; não permitirão que as circunstâncias da vida as empurrem lá para baixo, e as mantenham subjugadas como galinhas.

Vamos, voe... Voe e vença, ocupe o lugar a que é seu no alto do penhasco.

A águia gosta de pairar nas alturas, acima do mundo, não para ver as pessoas de cima, mas para estimulá-las a olhar para cima. (Elisabeth Kübler – Ross)
TEXTO RETIRADO DO LIVRO "INSIGHT" DE DANIEL CARVALHO LUZ E veiculado no www.primeiroprograma.com.br no dia 19/11/2007