segunda-feira, 17 de maio de 2010
terça-feira, 17 de março de 2009
Um abraço...

Bom di@!!!
Estou retomando as postagens no meu blog... foram quase tres meses sem postwgens, mas tudo aconteceu nestes últimos meses. Muitas mudanças no trabalho, trabalhos da faculdade, férias, reinicio das atividades, adaptações, mudanças, nossa uma verdadeira revolução. como a nossa vida modifica-se em pouco tempo não é mesmo?
Bem. Hoje estou aqui para postar uma mensagem maravilhosa que encontrei ao montar minha palestra cujo tema é: CARIDADE EM TODO LUGAR.
como eu achei esta história fantástica.. decidi dividi-la no meu blog, então aí vai, leiam e emocionem-se como eu me emocionei...feche os olhos e receba este abraço do nosso médico dos pobres...Dr.Bezerra de Menezes, mergulhem neste abraço assim como eu!
Do Livro: Lindos Casos de Bezerra de Menezes de Ramiro Gama
Um Abraço, em nome de Deus, faz maravilhas!
Bezerra de Menezes acabava de presidir a uma das sessões públicas da Casa de Ismael, na Avenida Passos.
Era uma noite de terça-feira do mês de junho de 1896. Sua palavra esclarecida e carinhosa, à moda de uma chuva fina e criadeira, no dizer de M. Quintão, penetrava as almas de quantos encarnados e desencarnados, lhe ouviam a evangélica dissertação sobre uma Lição do “Livro da Vida”!
Os olhos estavam marejados de lágrimas, tanto de ouvintes como os do próprio orador. Acabada a sessão, descera Bezerra com passos tardos, ainda emocionado, as escadas da Federação Espírita Brasileira.
E ia, humildemente, indagando dos mais íntimos, se ferira alguém com sua palavra, que lhe perdoassem o descuido e ia descendo e afagando a todos que o esperavam ávidos dos seus conselhos, dos seus sorrisos, do seu olhar manso e bom.
No sucedâneo da escada, localizou um irmão, de seus 45 anos, cabelos em desalinho, com a roupa suja e amarrotada. Os dois se olharam. Bezerra compreendeu logo que ali estava um caso, todo particular, para ele resolver.
Dr. Bezerra, estou sem emprego, com a mulher e dois filhos doentes e famintos... E eu mesmo, como vê, estou sem alimento e febril!
Bezerra, apiedado, verificou se ainda tinha algum dinheiro. Nada encontrou nos bolsos. Apenas a passagem do bonde...
Tornou-se mais apiedado e apreensivo.
Levantou os olhos já molhados de pranto para o Alto e, numa prece muda, pediu inspiração a seu anjo tutelar e solucionador de seus problemas.
Depois, virando-se para o irmão:
Meu filho você tem fé em Deus?
Tenho e muita Dr. Bezerra!
Pois, então, em seu santíssimo nome, receba este abraço.
E abraçou o desesperado irmão, envolvente e demoradamente. E, despedindo-se:
- Vá, meu filho, na paz de Jesus e sob a proteção do Anjo da Humanidade.
E, em seu lar, faça o mesmo com todos os seus familiares, abraçando-os, afagando-os.
E confie no amor de Deus, que seu caso há de ser resolvido.
Bezerra partira.
A caminho do lar, meditava: teria cumprido seu dever, será que possibilitara ajuda ao irmão em prova, faminto e doente?
E arrependia-se por não lhe haver dado senão um abraço.
Não possuía nenhum dinheiro. O próprio anel de grau já não estava nos seus dedos. Tudo havia dado. Não tendo dinheiro, dera algo de si mesmo, vibrações, bom ânimo, moeda da alma, ao irmão sofredor e não tinha certeza de que isso lhe bastara...
E, neste estado de espírito, preocupado pela sorte de um seu semelhante, chegou ao lar.
Uma semana se passara. Bezerra não se recordava mais do sucedido.
Muitos eram os problemas alheios.
Após a sessão de outra terça-feira, descia as escadas da Federação.
Alguém, no mesmo lugar da escada, trazendo na fisionomia toda a emoção do agradecimento, toca-lhe o braço e lhe diz:
- Venho agradecer-lhe, Dr. Bezerra, o abraço milagroso que me deu na semana passada, neste local e nesta mesma hora.
Daqui saí logo sentindo-me melhor. Em casa, cumpri seu pedido e abracei minha mulher e meus filhos.
Na linguagem do coração, oramos todos a Deus.
Na água que bebemos e demos aos familiares, parece, continha alimento. Pois dormimos todos bem.
No dia seguinte, estávamos sem febre e como que alimentados... E veio-me uma inspiração, guiando-me a uma porta que se abriu e alguém por ela saiu, ouviu meu problema, condoeu-se de mim e me deu um emprego, no qual estou até hoje.
E venho lhe agradecer a grande dádiva que o senhor me deu, arrancada de si mesmo, maior e melhor do que dinheiro!
O ambiente era tocante!
Lágrimas caíam tanto dos olhos de Bezerra como do irmão beneficiado e desconhecido.
E uma prece muda, de dois corações unidos, numa mesma força gratulatória, subiu aos céus, louvando aquele que é, em verdade, a porta de nossas esperanças, o advogado querido de todas as nossas causas!
Louvado seja o nome de Deus!
E abençoado seja o nome de quem, em seu nome, num abraço, fez maravilhas, a verdadeira caridade desconhecida!
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
RECOMEÇAR

Bom dia.. uma ótima semana cheia de paz e de bênçãos. Embora hoje o dia esteja nublado, ontem tivemos um lindo dia de sol e com certeza as nuvens serão passageiras no dia de hoje. Aproveito o clima de reconstrução par repassar um e-mail que recebi.. falando de esperança e reconstrução... achei simplesmente Fantástico e repasso já informando que vou usar em minhas palestras..AH vou!!!
REPASSANDO...
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Meus amigos,
Hoje 27 de novembro de 2008 o sol saiu e conseguimos voltar a trabalhar. A despeito de brincadeiras e comentários espirituosos normais sobre esta "folga forçada" a verdade é que nunca me senti tão feliz de voltar ao trabalho. Não somente pelo trabalho, pela instituição e pela própria tranqüilidade de ter aonde ganhar o
pão, mas também por ser um sinal de que a vida está voltando ao normal aqui na nossa Itajaí.
As fotos que circulam na internet e os telejornais já nos dão as imagens claras de tudo que aconteceu então não vou me estender narrando e descrevendo as cenas vistas nestes dias. Todos vocês já sabem de cor. Eu quero mesmo é falar sobre lições aprendidas.
Por mais que teorias e leituras mil nos falem sobre isso ainda é surpreendente presenciar como uma tragédia desse porte pode fazer aflorar no ser humano os sentimentos mais nobres e os seus instintos mais primitivos. As cenas e situações vividas neste final de semana prolongado em Itajaí nos fizeram chorar de alegria, raiva, tristeza e impotência. Fizeram-nos perder a fé no ser humano num segundo, para recuperar-la no seguinte.
Fez-nos ver que sempre alguém se aproveitará da desgraça alheia, mas que também é mais fácil começar de novo quando todos se dão as mãos.
Que aquela entidade superior que cada um acredita (Deus, Alá, Buda, GADU etc.) e da forma que cada um a concebe tenha piedade daqueles:
- Que se aproveitaram a situação para fazer saques em Supermercados, levando principalmente bebidas e cigarros
- Que saquearam uma farmácia levando medicamentos controlados, equipamentos e cofres e destruindo os produtos de primeira necessidade que ficaram assim como a estrutura física da mesma.
- Que pediam 5 reais por um litro de água mineral.
- Que chegaram a pedir 150 reais por um botijão de gás.
- Que foram pedir donativos de água e alimentos nas áreas secas pra vender nas áreas alagadas.
- Que foram comer e pegar roupas nos centros de triagem mesmo não tendo suas casas atingidas.
- Que esperaram as pessoas saírem das suas casas para roubarem o que restava.
- Que fizeram pessoas dormir em telhados e lajes com frio e fome para não ter suas casas saqueadas.
- Que não sentiram preocupação por ninguém, algo está errado em seu coração.
- Que simplesmente fizeram de conta que nada acontecia, por estarem em áreas secas.
Da mesma forma, que essa mesma entidade superior abençoe:
- Aqueles que atenderam ao chamado das rádios e se apresentaram no domingo no quartel dos bombeiros para ajudar de qualquer forma.
- Os bombeiros que tiveram paciência com a gente no quartel para nos instruir e nos orientar nas atividades que devíamos desenvolver.
- A turma das lanchas, os donos das lanchinhas de pescarias de fim de semana que rapidamente trouxeram seus barquinhos nas suas carretas e fizeram tanta diferença.
- À equipe da lancha, gente sensacional que parecia que nos conhecíamos de toda uma vida.
- Aos soldados do exército do Paraná e do Rio Grande do Sul.
- Aos bravos gaúchos, tantas vezes vitimas de nossas brincadeiras que trouxeram caminhões e caminhões de mantimentos.
- Aos cadetes da Academia da Polícia Militar que ainda em formação se portaram com veteranos.
- Aos Bombeiros e Policias locais que resgataram, cuidaram , orientaram e auxiliaram de todas as formas, muitas vezes com as suas próprias casas embaixo das águas.
- Aos Médicos Voluntários.
- Às enfermeiras Voluntárias.
- Aos bombeiros do Paraná que trabalharam ombro a ombro com os nossos.
- Aos Helicópteros da Aeronáutica e Exercito que fizeram os resgates nos locais de difícil acesso.
- Aos incansáveis do SAMU e das ambulâncias em geral, que não tiveram tempo nem pra respirar.
- Ao pessoal do Helicóptero da Polícia Militar de São Paulo, que mostrou que longo é o braço da solidariedade.
- Ao pessoal das rádios que manteve a população informada e manteve a esperança de quem estava isolado em casa.
- Aos estudantes que emprestaram seus físicos para carregar e descarregar caminhões nos centros de triagem.
- Às pessoas que cozinharam para milhares de estranhos.
- Ao empresário que não se identificou e entregou mais de mil marmitex no centro de triagem.
- A todos que doaram nem que seja uma peça de roupa.
- A todos que serviram nem que seja um copo de água a quem precisou.
- A todos que oraram por todos.
- Ao Brasil todo, que chorou nossos mortos e nossas perdas.
- Aos novos amigos que fiz no centro de triagem, na segunda-feira.
- A todos aqueles que me ligaram preocupados com a gente.
- A todos aqueles que ainda se preocupam por alguém.
- A todos aqueles que fizeram algo, mas eu não soube ou esqueci.
Há alguns anos, numa grande enchente na Argentina um anônimo escreveu isto:
COMEÇAR DE NOVO
Eu tinha medo da escuridão
Até que as noites se fizeram longas e sem luz
Eu não resistia ao frio facilmente
Até passar a noite molhado numa laje
Eu tinha medo dos mortos
Até ter que dormir num cemitério
Eu tinha rejeição por quem era de Buenos Aires
Até que me deram abrigo e alimento
Eu tinha aversão a Judeus
Até darem remédios aos meus filhos
Eu adorava exibir a minha nova jaqueta
Até dar ela a um garoto com hipotermia
Eu escolhia cuidadosamente a minha comida
Até que tive fome
Eu desconfiava da pele escura
Até que um braço forte me tirou da água
Eu achava que tinha visto muita coisa
Até ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruas
Eu não gostava do cachorro do meu vizinho
Até naquela noite eu o ouvir ganir até se afogar
Eu não lembrava os idosos
Até participar dos resgates
Eu não sabia cozinhar
Até ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fome
Eu achava que a minha casa era mais importante que as outras
Até ver todas cobertas pelas águas
Eu tinha orgulho do meu nome e sobrenome
Até a gente se tornar todos seres anônimos
Eu não ouvia rádio
Até ser ela que manteve a minha energia
Eu criticava a bagunça dos estudantes
Até que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidárias
Eu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anos
Agora nem tanto
Eu vivia numa comunidade com uma classe política
Mas agora espero que a correnteza tenha levado embora
Eu não lembrava o nome de todos os estados
Agora guardo cada um no coração
Eu não tinha boa memória
Talvez por isso eu não lembre de todo mundo
Mas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todos
Eu não te conhecia
Agora você é meu irmão
Tínhamos um rio
Agora somos parte dele
É de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frio
Graças a Deus
Vamos começar de novo.
Anônimo
É hora de recomeçar, e talvez seja hora de recomeçar não só materialmente. Talvez seja uma boa oportunidade de renascer, de se reinventar e de crescer como ser humano.
Pelo menos é a minha hora, acredito.
Que Deus abençoe a todos.
Fonte: relato de uma funcionária de uma empresa de Itajai
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
O SOL VOLTA A BRILHAR... SEMPRE!!!!

Depois de meses de chuva diária e de uma enchente que abateu todo o nosso Vale do Itajái... aqui estamos hoje com um dia maravilhoso de sol... graças à Deus!!!
Eu já amo o sol né... mas acho que nunca sentimos tanta falta deste nosso astro-rei como nestes dias nebulosos que passamos. Há ua razão para tudo isso, bem sabemos, seria ingenuidade e até mesmo muita cara de pau, atribuirmos toda esta calamidade à Deus, temos que admitir que Ele não tem nada com isso, apenas estamos recebendo as penalidades de uma Lei de Ação e Reação, pois enquanto não adquirirmos a consciência que o planeta responde conforme o que recebe de nós, vamos perecer pouco a pouco, e só quem viu e viveu isso tudo como nós é qu sabe que na hora do "pega pra capá" não adianta correr, gritar ou chorar... tem é que encarar, o maior ajuda o menor, o mais forte socorre o mais fraco e assim por diante, até as coisas amenizarem, mas e quem perde a vida?? Aí é que temos qu saber... a vida não se extingue com o corpo ela permanece.. e se não queremos sofrimentos, temos que trabalhar o desapego e ter consicência que estamos aqui de passagem e que devemos sempre estar preparados para quando chegar a nossa vez na CHAMADA.
Exatamente um mês antes do Natal... será que é por acaso??? Não!! Também não podemos ser alienados a este ponto, quem vive nesta região percebe o grau de "MATERIALISMO" que domina os corações e as mentes de nossos governantes. Esta região é riquíssima e as pessoas se degladiaram pelo poder meses a fio, e tá aí.. deu no que deu agora ao invés de brigarem pelo poder, terão que se voltar pra a reconstrução e pela volorização do ser Humano... é como se tivesse sido um puxão de orelha, querem poder??(Parece que Deus disse:) Ok, mas antes se voltem para o SER HUMANO, depois conversamos sobre o PODER. É isso aí.. e hoje o nosso belo sol, fortalecendo e aquecendo nossos corações.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Dia dos Professores

Bom dia queridos colegas... estamos na metade de nossa caminhada... muitos de vocês já atuam como professores e alguns de nós aspiram por esta oportunidade.
Gostaria no dia de hoje deixar registrada aqui meus parabéns para todos nós professores e eternos estudantes da vida e da profissão. Jesus o maior pedagogo da História, que não deixou uma frase escrita de próprio punho, nos legou muito em conhecimento e esperanças de um mundo melhor, portanto é a Ele que rogo bençãos, coragem e fé renovada para todos nós.
Parabéns colegas.
Sds,
Anelise Mastella
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Muita Paz e muita Luz!
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