segunda-feira, 30 de junho de 2008

Nada é por acaso...


Impressionante!!!Tudo tem um motivo!!!
No mês de agosto de 2001, Moshê, um bem sucedido empresário judeu, viajou para Israel a negócios.
Na quinta feira, dia nove, entre uma reunião e outra, o empresário aproveitou para ir fazer um lanche rápido em uma pizzaria na esquina dasruas Yafo e Mêlech George no centro de Jerusalém.
O estabelecimento estava superlotado. Logo ao entrar na pizzaria, Moshê percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme fila, serealmente desejasse comer alguma coisa - mas ele não dispunha de tanto tempo.
Indeciso e impaciente, pôs-se a ziguezaguear por perto do balcão de pedidos, esperando que alguma solução caísse do céu. Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou-lhe se ele aceitaria entrar na fila na sua frente. Mais do que agradecido,Moshê aceitou.
Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião.
Menos de dois minutos após ter saído, ele ouviu um estrondo aterrorizador.
Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer o que acontecera.
O jovem disse que um homem-bomba acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro`s...
Moshê ficou branco. Por apenas dois minutos ele escapara do atentado.
Imediatamente lembrou do homem israelense que lhe oferecera o lugar na fila.
Certamente ele ainda estava na pizzaria.Aquele sujeito salvara a sua vida e agora poderia estar morto. Atemorizado, correu para o local do atentado para verificar se aquele homem necessitava de ajuda. Mas encontrou uma situação caótica no local.
A Jihad Islâmica enchera a bomba do suicida com milhares de pregos para aumentar seu poder destrutivo. Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram, sendo seis crianças. Cerca de outras noventa pessoas ficaram feridas, algumas em condições críticas.
As cadeiras do restaurante estavam espalhadas pela calçada. Pessoas gritavam e acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar de alguma forma.
Entre feridos e mortos estendidos pelo chão, vítimas ensangüentadas eram socorridas por policiais e voluntários.
Uma mulher com um bebê coberto de sangue implorava por ajuda.
Um dispositivo adicional já estava sendo desmontado pelo exército.
Moshê procurou seu 'salvador' entre as sirenes sem fim, mas não conseguiu encontrá-lo.
Ele decidiu que tentaria de todas as formas saber o que acontecera com o israelense que lhe salvara a vida. Moshê estava vivo por causa dele. Precisava saber o que acontecera, se ele precisava de alguma ajuda e, acima de tudo, agradecer-lhe por sua vida.
O senso de gratidão fez com que esquecesse da importante reunião que o aguardava.
Ele começou a percorrer os hospitais da região, para onde tinham sido levados os feridos no atentado. Finalmente encontrou o israelense num leito de um dos hospitais. Ele estava ferido, mas não corria risco de vida.
Moshê conversou com o filho daquele homem, que já estava acompanhando seu pai, e contou tudo o que acontecera. Disse que faria tudo que fosse preciso por ele.
Que estava extremamente grato àquele homem e que lhe devia sua vida. Depois de alguns momentos, Moshê se despediu do rapaz e deixou seu cartão com ele. Caso seu pai necessitasse de qualquer tipo de ajuda, o jovem não deveria hesitar em comunicá-lo.
Quase um mês depois, Moshê recebeu um telefonema em seu escritório em Nova Iorque daquele rapaz, contando que seu pai precisava de uma operação de emergência. Segundo especialistas, o melhor hospital para fazer aquela delicada cirurgia fica em Boston, Massachussets.
Moshê não hesitou. Arrumou tudo para que a cirurgia fosse realizada dentro de poucos dias.
Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber e acompanhar seu amigo em Boston, que fica a uma hora de avião de Nova Iorque. Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo senso de gratidão.
Outra pessoa poderia ter dito 'Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila, mas não Moshê.
Ele se sentia profundamente grato, mesmo um mês após o atentado. E ele sabia como retribuir um favor. Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu amigo -e deixou de ir trabalhar.
Sendo assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001. Moshê não estava no seu escritório no 101º andar do World Trade Center Twin Towers.(Relatado em palestra do Rabino Issocher Frand)
'Entrai pelas portas dele com gratidão, e em seus átrios com louvor;louvai-o, e bendizei o seu nome.' Salmos 100:4

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Torcida


Nossa já fazem 20 dias que não publico nada. É muita correria nesta vida de aspirante a professora..hehehhe
Bem pra não perder o costume aí vai um textinho para que vc saíba que eu também torço por você!
Torcida
TEXTO DISPONÍVEL NA AGENDA ATITUDE 2008!
Mesmo antes de nascer, já tinha alguém torcendo por você. Tinha gente que torcia para você ser menino. Outros torciam para você ser menina. Torciam para você puxar a beleza da mãe, o bom humor do pai. Estavam torcendo para você nascer perfeito. Daí continuaram torcendo...
Torceram pelo seu primeiro sorriso, pela primeira palavra, pelo primeiro passo. O seu primeiro dia de escola foi a maior torcida. E o primeiro gol, então? E, de tanto torcerem por você, você aprendeu a torcer.
Começou a torcer para ganhar muitos presentes e flagrar Papai Noel. Torcia o nariz para o quiabo e a escarola. Mas torcia por hambúrguer e refrigerante. Começou a torcer até para um time. Provavelmente, nesse dia, você descobriu que tem gente que torce diferente de você.
Seus pais torciam para você comer de boca fechada, tomar banho, escovar os dentes, estudar inglês e piano. Eles só estavam torcendo para você ser uma pessoa bacana.
Seus amigos torciam para você usar brinco, cabular aula, falar palavrão. Eles também estavam torcendo para você ser bacana.
Nessas horas, você só torcia para não ter nascido. E por não saber pelo que você torcia, torcia torcido. Torceu para seus irmãos se ferrarem, torceu para o mundo explodir. E quando os hormônios começaram a torcer, torceu pelo primeiro beijo, pelo primeiro amasso.
Depois começou a torcer pela sua liberdade. Torcia para viajar com a turma, ficar até tarde na rua. Sua mãe só torcia para você chegar vivo em casa. Passou a torcer o nariz para as roupas da sua irmã, para as idéias dos professores e para qualquer opinião dos seus pais. Todo mundo queria era torcer o seu pescoço.
Foi quando até você começou a torcer pelo seu futuro. Torceu para ser médico, músico, advogado... Na dúvida, torceu para ser físico nuclear ou jogador de futebol. Seus pais torciam para passar logo essa fase.
No dia do vestibular, uma grande torcida se formou. Pais, avós, vizinhos, namoradas e todos os santos torceram por você. Na faculdade, então, era torcida pra todo lado. Para a direita, esquerda, contra a corrupção, a fome na Albânia e o preço da coxinha na cantina.
E, de torcida em torcida, um dia teve um torcicolo de tanto olhar para 'ela'... Primeiro, torceu para ela não ter outro. Torceu para ela não te achar muito baixo, muito alto, muito gordo, muito magro. Descobriu que ela torcia igual a você. E de repente vocês estavam torcendo para não acordar desse sonho.
Torceram para ganhar a geladeira, o microondas e a grana para a viagem de lua-de-mel. E, daí pra frente, você entendeu que a vida é uma grande torcida. Porque, mesmo antes do seu filho nascer, já tinha muita gente torcendo por ele. Mesmo com toda essa torcida, pode ser que você ainda não tenha conquistado algumas coisas.
Mas muita gente ainda torce por você!!!

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Desequilíbrio!

A foto aí ao lado é de uma borboletinha que nos seguiu uma manhã dessas em nossas caminhadas.. quando ela cansou e pousou eu a fotografei. Parece pequena aí, mas é grande e de um colorido maravilhoso!!!
Aí vai um textinho para reflexão!

Desequilíbrio
ESTE TEXTO ESTÁ NA AGENDA ATITUDE 2008.
"Não há nenhuma árvore que o vento não tenha sacudido." (Provérbio hindu)

Pense no quanto você aprendeu com algum desequilíbrio que tenha vivido. Temos por hábito acreditar que os desequilíbrios nos conduzem a um fracasso iminente, impedindo-nos de concretizar um sonho acalentado há muito tempo.

Se refletirmos um pouco, veremos que a fome é um sinal de desequilíbrio, é a manifestação do organismo dizendo-nos que é preciso ingerir alimentos para suprir a carência que se estabeleceu.

A sensação de frio é a manifestação do corpo em desequilíbrio, dizendo-nos que o calor que ele é capaz de gerar, é insuficiente para manter-nos aquecidos.

A sede indica-nos que há um desequilíbrio, pois o líquido existente no corpo não é o bastante, naquele instante, para o pleno funcionamento dos nossos órgãos.

E o que dizer do andar? Equilibramo-nos sobre as duas pernas, mas a locomoção só ocorre através do desequilíbrio, onde um membro sucede automaticamente outro.

Vemos, assim, que a vida se manifesta numa sucessão de instantes de desequilíbrios, que possuem a finalidade de conduzir-nos a um novo equilíbrio. Por que então fazermos do aparente insucesso um fracasso definitivo? Por que transformarmos uma iniciativa que não deu certo, em falta de ânimo para prosseguir tentando? Haverá alguém que nunca tenha errado em algum empreendimento, no juízo sobre uma pessoa ou numa impressão sobre um fato qualquer?

A história registra a saga de alguns grandes vencedores, que inicialmente experimentaram derrotas, mas que buscando suas forças interiores tornaram-se ainda mais capazes, superando as próprias limitações.

Se nos pântanos e entre as pedras nascem flores, podemos nos meios das crises e do caos assimilarmos preciosas lições, mudando o foco dos nossos planos e ações, assumindo uma nova postura.

Tudo na vida contribui para a nossa evolução.

Muitas vezes os problemas não são tão grandes e complexos quanto parecem, mas a forma como estamos encarando-os pode não ser a mais correta. O nosso olhar é que precisa ser modificado. Mudar a maneira de enxergar as coisas implica também em desequilibrar-se, ir ao encontro de novos modelos, valores que nos permitam construir um jeito próprio de resolver os problemas, preservando-nos e respeitando o jeito de ser de cada um.

Os desequilíbrios podem também ser encarados como mediadores de uma nova situação. Cada um de nós é convidado na sucessão dos desequilíbrios diários e naturais, a alcançar maior dose de equilíbrio interior, avançando sem cessar na conquista da própria iluminação.

Por isso, iluminemo-nos a cada desequilíbrio.

(Autor Desconhecido)

sábado, 17 de maio de 2008

ERRAR É HUMANO!


O Erro é um aspecto básico do Sucesso

“A vida é uma folha de papel em branco, onde cada um de nós tem de escrever suas palavras, sejam uma ou duas... e depois cessar. Então escreva algo de grandioso, mesmo que tenha tempo apenas para uma linha. Que ela seja sublime.
Não é crime errar. O crime é mirar baixo!”.
(James Russel Lowell)


Erros acontecem. Você e eu os cometemos no passado e, infelizmente, iremos cometê-los outra vez no futuro. Se você nunca cometeu erros no seu trabalho, ou não está trabalhando há muito tempo, ou então não está fazendo muita coisa.

(...)

Todos nós falhamos e cometemos erros. Na verdade, as pessoas bem-sucedidas sempre têm mais falhas que a média das pessoas comuns. (...) É sempre melhor fracassar em alguma coisa, que ser excelente em não fazer nada. (...)

Certo dia, o diretor de um banco comunicou a um dos seus vice-diretores que iria aposentar-se e que o escolhera para ser seu sucessor na chefia da empresa. O jovem ficou extasiado pela honra que lhe era conferida e, ao mesmo tempo, preocupado com a responsabilidade inerente ao cargo. Assim que se refez do espanto, agradeceu:

- Obrigado, senhor!

Em seguida, num tom mais sério, disse:

- Sempre o admirei muito pela sua habilidade à frente dos negócios. Qual é o segredo do seu sucesso?

O velho diretor pôs a mão no queixo, pensou um instante e em seguida replicou:

- Saber tomar decisões acertadas.
- E como foi que o senhor aprendeu a tomar decisões acertadas? Indagou o jovem.

Com um brilho diferente no olhar, o diretor respondeu:
- Tomando algumas erradas.

(...) Ninguém aprende a tomar decisões acertadas sem antes fazer algumas erradas. Quem não assimila as lições dos erros cometidos nunca poderá obter sucesso.

(...)

Quando você cometer um erro, admita-o. Não tente encobri-lo e fingir que nunca aconteceu, ou ainda que não foi realmente um erro. E, por favor, nunca atribua a culpa a qualquer outra pessoa, especialmente alguém que trabalha para você! (...)

(...) Deus jamais vê qualquer um de nós como um fracasso. Ele nos vê apenas como aprendizes.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Homenagem às MÃES!

A mãe e o sábio

"Deus não pode estar em todos os lugares, por isso criou as mães. " Roberto Duallibi (Autor de Phrase Book)
Conta a história que, um dia, uma mulher foi ter com um velho sábio. Em seus olhos brilhantes de lágrimas, pôde o ancião vislumbrar a tristeza. E nos seus lábios sorridentes, descobriu a felicidade.
Disse-lhe a mulher:
- Senhor, hoje, o meu filho se casou e, partiu. Venho buscar na vossa sabedoria e consolo para a minha tristeza.
Perguntou o sábio:
- Estarás, acaso, realmente triste? O sorriso em teus lábios nega o pranto dos teus olhos. E assim como a chuva é o oposto do sol, e juntos, criaram o arco-íris, a tristeza e a felicidade que se juntam em teu coração fazem brilhar o teu rosto. E isso acontece porque sabes que, em verdade, o teu filho não partiu. Pois um homem sempre estará onde estiverem as suas lembranças. E que lembranças mais fortes podem existir que a de uma mãe extremada? Para onde voltará ele os seus pensamentos, quando em busca de consolo, se não para a lembrança de teus braços? Entretanto, não podes deter a marcha do tempo: como não te é possível encarar o vento. Por isso, o teu filho deve seguir. Pois, se não o fizer, como poderá ele conhecer outra mulher e torná-la, também, mãe? Como poderia o amor sobreviver, se estivesse encerrado apenas em duas pessoas?
Disse então a mulher:
- Senhor, agradeço a vossa bondade e a sabedoria das vossas palavras. Mas eis que o meu coração se debate entre a alegria de ver meu filho preparado para a vida, e a tristeza de vê-lo partir. E como pode alguém encontrar na alegria a razão da própria tristeza? Serei acaso, louca? Sorriu o sábio e disse:- Não. És mãe.
"É uma regra geral que todos os homens superiores herdam os elementos da superioridade de suas mães." - Jules Michelet (1798-1874), Historiadora francesa
Texto adaptado do livro Insight - Daniel Carvalho Luz

quarta-feira, 7 de maio de 2008

O melhor conselho que se pode dar...

Hoje ouvi uma frase... que é a mais pura verdade!
Portante repasso para meu blog para refletir para sempre:


MUDE. Antes que seja obrigado a fazê-lo!
(Jack Welsh)

É isso aí se você não buscar a sua melhora e fizer a sua parte para modificar seus maus hábitos e defeitos... a vida achará uma forma de fazer o serviçinho sujo... que vc se nega terminantemente a fazer com amor e dedicação por você mesmo... pense nisso!!!
Anelise

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Conta e Tempo

Dia de chuva torrencial aqui em Balneário Cambroiú e Itajaí... típico dia para refletir sobre o tempo... essa sensação fugidia que estaos sempre correndo contra.
Aproveitando este dia para ter tempo de por leitura em dia e agradeder pela chuva que molha os campos e proporciona o tempo para a floração e a germinação do alimento nosso de cada dia.
Bom dia e vamos curtir essa chuvinha...

Conta e Tempo

Deus pede estrita conta de meu tempo.
E eu vou do meu tempo, dar-lhe conta.
Mas, como dar, sem tempo, tanta conta.
Eu, que gastei, sem conta, tanto tempo?
Para dar minha conta feita a tempo,
O tempo me foi dado, e não fiz conta.
Não quis, sobrando tempo, fazer conta.
Hoje, quero acertar conta, e não há tempo.
Oh, vós, que tendes tempo sem ter conta,
Não gasteis vosso tempo em passatempo.
Cuidai, enquanto é tempo, em vossa conta!
Pois, aqueles que, sem conta, gastam tempo,
Quando o tempo chegar, de prestar conta
Chorarão, como eu, o não ter tempo...
(por "Frei Antônio das Chagas" - por volta do Século XVII)